Arquivo de agosto, 2008

Falha abre iPhone para intrusos

NOVA YORK - Uma falha de segurança no iPhone, da Apple, permite que usuários não autorizados obtenham facilmente acesso a contratos privados e e-mails mesmo que o aparelho esteja travado. A companhia informou que a solução já está a caminho.

O popular blog de tecnologia Gizmodo e um fórum online operado pelo site Mac Rumors mostraram que bastavam três comandos para conseguir acesso a iPhones travados que operam com o mais recente software iPhone 2.02.

Uma porta-voz afirmou em e-mail que a Apple está a par do problema e preparando um software que o corrigiria. Enquanto isso, ela recomendou que os usuários usem o botão “Home” do iPhone para abrir a coleção de música do aparelho em lugar do cardápio de “Favorites”

A porta-voz não informou quando a atualização de software estará disponível.

A falha pode representar um revés temporário para os ambiciosos planos da Apple para competir com a Research in Motion, cujo celular inteligente BlackBerry se tornou uma referência de mercado entre usuários empresariais de todo o mundo.

No começo de agosto, o grupo de pesquisa Gartner divulgou um relatório no qual afirmava que o software do iPhone havia cumprido os requisitos mínimos para uso empresarial, ainda que persistissem algumas questões. O autor do relatório, Ken Dulaney, não foi localizado imediatamente.

Na semana passada, a Apple lançou uma atualização para o software do iPhone que supostamente corrigiu os problemas que o aparelho apresentava na conexão com redes de terceira geração (3G), depois de receber uma série de queixas online de clientes de todo o mundo.

A Apple, que lançou o novo iPhone 3G em 11 de julho, anunciou que espera vender 10 milhões de iPhones até o final de 2008.

Fonte
[ Revista Info ]


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O GooglePhone da GE

Enquanto o HTC Dream com Android - já nomeado GooglePhone - não chega, a GE resolveu fazer buzz com um de seus aparelhos.

A empresa basicamente colocou, em um de seus aparelhos, uma tecla especial que disca automaticamente para o número 1-800-GOOG-411, o número de “lista inteligente local” do Google, que permite ao usuário buscar por empresas, falando com o buscador.

O Aparelho da GE, conhecido como DECT, já está disponível nos Estado Unidos por 60 dólares.


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Regra vai fomentar web pela rede elétrica

Anatel vai criar regras para incentivar investimentos em banda larga pela rede elétrica.
A transmissão de banda larga pela rede elétrica, que é testada e estudada no país há anos, ganhou um impulso importante nesta semana, depois que o conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou a criação de uma consulta pública sobre o assunto.

Ainda não há data para que a consulta pública seja realizada, mas esse é o primeiro passo para que o Brasil tenha uma regulamentação para essa nova modalidade de conexão, que usa a infra-estrutura de redes elétricas em conexões que podem chegar a 200 Megabits por segundo (Mbps). Hoje, a velocidade mais alta disponível no país não passa de 30 Mbps.

Pedro Luiz de Oliveira Jatobá, presidente da Associação de Empresas Proprietárias de Infra-Estrutura e Sistemas Privados de Telecomunicações (Aptel), defende a adoção da tecnologia Power Line Communication (PLC) no Brasil há anos e comanda testes que a entidade realiza em locais de baixa renda.

Agora, ele afirma, em entrevista à Reuters, já ter “uma expectativa concreta” de que o sistema se massifique no Brasil em cerca de um ano.

De acordo com o executivo, que também atua na Eletrobras, “há vários grupos interessados com investimentos previstos só aguardando essa regulamentação”.

Jatobá afirmou estar acompanhando de perto o desenrolar do assunto na Anatel e lembra que, no caso da conexão conhecida como “indoor” –só dentro de um determinado ambiente– já existem exemplos de uso em hotéis e edifícios comerciais porque essa modalidade não depende de regras da agência.

“Agora isso poderá se massificar nas residências”, acredita o executivo, já que a popularização pode baratear os custos dos equipamentos e se tornar uma opção a mais de conexão.

O presidente da Aptel prevê a união entre as operadoras de telefonia e as concessionárias de energia elétrica para levar essa nova opção aos clientes. “Eu acredito no modelo das parcerias”, afirmou.

Ele lembra que “está aumentando muito a demanda das elétricas por recursos de telecomunicações” para a instalação de medidores eletrônicos e sistemas de acompanhamento remoto do consumo de energia nas casas.

Tal demanda poderá aproximar os dois grupos de empresas, na avaliação de Jatobá, já que as teles e os provedores de Internet podem ter na infra-estrutura elétrica uma forma de ampliar seu escopo de atuação. “Vai haver uma convergência natural das redes”, espera.

Jatobá também informou que a japonesa Panasonic está participando dos testes de banda larga pela rede elétrica que a Aptel realiza em Barreirinhas (MA) e que, além de modems, fabrica para outros países equipamentos com a tecnologia PLC embutida, como televisores, câmeras de vigilância e sistemas de portão eletrônico.

Em Barreirinhas, o PLC é usado como canal de retorno da TV digital, o que garante a interatividade imaginada pelo governo nesse novo sistema de TV. “Nossa intenção é que isso aconteça também em outras localidades”, afirmou.

O bairro Restinga, na periferia de Porto Alegre (RS), também vive um teste da tecnologia para conexões de locais públicos, como postos de saúde e escolas.

A tecnologia permite conexões em até 200 Mbps e, nos testes já realizados até agora, a Aptel conseguiu, “em condições normais”, 60 a 70 Mbps. Jatobá explica, entretanto, que “várias medidas podem melhorar o desempenho da rede” e elevar a velocidade possível, como a segregação de circuitos.

Ainda não é possível mensurar o preço ao usuário final, segundo ele, porque isso vai depender “do mercado e do tipo de aplicação” que vai se dar a essa modalidade de conexão.

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Revista Info


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Os primeiros números do OpenSocial

Interessado em saber os primeiros números oficiais do OpenSocial? No mundo, o OpenSocial já conta com 4500 aplicações, instalados aproximadamente 150 milhões de vezes.

Os números ainda estão longe do Facebook, que conta hoje com 27 mil aplicações, instaladas 715 milhões de vezes. Para alcançar o Facebook, o Google está ganhando reforço. Hoje, o Friendster, mais uma das redes parceiras, anunciou que já está trabalhando arduamente para disponibilizar os Gadgets do OpenSocial para seus usuários. Vale lembrar que o Hi5 já utiliza os Gadgets do OpenSocial e conta com 1800 aplicações que já foram instalados 66 milhões de vezes. Os números do Friendster mostram que metade dos usuários desta rede social utilizam pelo menos um gadget por dia.

No Brasil

O Google Brasil não quis abrir os números de aceitação dos Gadgets no Orkut, porém informou que hoje existem 381 Gadgets disponíveis para o público brasileiro.

Também conversei com o pessoal da HiperSocial, que conta hoje com 6 aplicações de sucesso no Orkut, várias delas com versão em português, inglês e espanhol. Para eles, embora o lançamento tenha atrasado, todas as espectativas foram superadas.  “Todos estão ganhando com isto; os usuários por terem ganho uma ótima seleção de aplicativos, os desenvolvedores que ganham acesso a um público tão desejado e as agências que veiculam campanhas online, pois além de agora através de nossas aplicações poderem atingir este público novo, poderão usar das possibilidades de segmentação que a plataforma OpenSocial nos dá.” - Destacou Vitor Prado, da HiperSocial.

A empresa mostra uma nova forma de explorar as redes sociais. Forma que está atraindo várias empresas e jovens programadores, interessados em mostrar ao mundo o poder das redes sociais e, de quebra, ganhar uma grana.

“Hoje nossas aplicações estão entre as primeiras do ranking geral e já trabalhamos com número de usuários na casa dos 7 dígitos, entretanto ainda existe um share muito grande a ser atingido, tendo em vista que uma boa parte do orkut não assimilou/não sabe sobre as aplicações.” - Completou Prado.

Os Gadgets da HiperSocial

Se você utiliza os Gadgets no Orkut, provavelmente já deve ter utilizado ou ao menos visto um dos aplicativos feitos pela HiperSocial. A empresa conta hoje com os aplicativos VOU, NÃO VOU?, Meus MomentosMúsicas no profile, Eu Prefiro, Super Galeria e My Tags.

Fonte: The Washington Post, PC Magazine, UnderGoogle e Google Brasil


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Anatel libera venda do novo iPhone no Brasil

Iphone 3GA venda do iPhone no Brasil foi autorizada oficialmente nesta terça-feira (12) pela Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel. A agência reguladora homologou o uso do telefone nas redes celulares brasileiras.

O certificado de homologação foi divulgado no site da Anatel. Três operadoras brasileiras pretendem disponibilizar o aparelho para vendas no país até o Natal. O iPhone 3G, segunda geração do aparelho, foi lançado oficialmente no dia 11 de junho.

A Vivo, por exemplo, vai se beneficiar de um acordo fechado por uma de suas sócias, a Telefónica, para comercializar o modelo em 16 países da América Latina, conforme divulgação feita no dia do lançamento do iPhone.

O produto chega às lojas da maior operadora de celular do país no segundo semestre, mas isso deve significar algo mais próximo do Natal do que do Dia dos Pais, segundo fontes próximas à companhia.

A Claro, cuja controladora América Móvil foi a primeira a divulgar acordo com a Apple para a América Latina, no início de maio, informou que a operadora terá o modelo 3G do aparelho no país, mas, por enquanto, disse não ter mais informações sobre a chegada do celular ao Brasil, como datas e preços.

Já a TIM informou estar negociando com a Apple a vinda do produto ao país. Segundo a operadora, o fato de sua controladora Telecom Italia já ter acertado a venda do aparelho em seu país de origem poderá facilitar as negociações.
A Oi, por sua vez, que espera autorização dos órgãos reguladores para assumir o controle da Brasil Telecom, ainda não tem acertos com a Apple. Ela informou, através de um comunicado, que “a Oi tem interesse em comercializar o iPhone em suas lojas, desde que o modelo de negócio seja adequado a esta estratégia, que é reflexo de um movimento popular”.

O equipamento é vendido nos Estados Unidos por preços a partir de US$ 199 - metade do valor da versão anterior. Em sua nova versão, o equipamento ganha acesso rápido à Internet e permite recursos como videochamada, por exemplo.

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G1


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Usuário coloca Vista para rodar no PlayStation 3

O usuário “mopx0″ conseguiu colocar o sistema Windows Vista para rodar no videogame de nova geração da Sony, PlayStation 3.

Segundo o site Gizmodo, o hack é lento por utilizar emulação através do software QEMU. Para que a instalação pudesse ser feita, foi necessário alterar o videogame para rodar o sistema operacional Linux, um dos hacks mais famosos para o PlayStation 3.

O fórum PS3Hax esclarece que o processo todo de instalação levou cerca de um dia. Para iniciar o sistema, o videogame leva aproximadamente 25 minutos e apenas para que o menu Iniciar seja aberto leva o tempo médio de 5 minutos e meio. Programas simples como o bloco de notas também demoram: aproximadamente 12 minutos para abrir, ou seja, rodar jogos de PC, mesmo os mais simples, seria impraticável.

O vídeo do feito pode ser visto no YouTube, acessível pelo atalho tinyurl.com/5g3×4u.


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Pioneer cria disco ótico de 500 GB

Um mês depois de anunciar um disco de 400 GB, a fabricante Pioneer anunciou um sucessor, agora com 500 GB.

Segundo o site Register Hardware, ao contrário do disco anterior, que tinha 16 camadas, a nova mídia agora possui 20 camadas, cada uma com capacidade para armazenamento de 25 GB de dados.

Para o gerente de produto da divisão multimídia da Pioneer, Brendan Sheridan, embora os atuais discos Blu-ray, com 25 GB e 50 GB, sejam suficientes para a demanda atual, a popularização de transmissão de alta definição levará à necessidade de um espaço maior para captura de arquivos.

A Pioneer resolveu alguns problemas de comunicação entre cada camada e explicou que o método é compatível com a tecnologia Blu-ray mas deixou bem claro que *não é* uma evolução dessa tecnologia. No anúncio da mídia anterior, de 400 GB, a compatibilidade entre os padrões gerou grande confusão, com apostas de que a novidade era, de fato, um disco Blu-ray de capacidade superior.

De acordo com o site Electronista, a tecnologia não deve ser produzida em massa em menos de quatro anos e nem tem um nome comercial definido.

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Geek


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Empresa desenvolve tela 3D para celulares

A Seiko Epson afirma ter produzido, ainda que em protótipo, um display de 500dpi e formado de várias camadas, as quais reproduziriam imagens com efeito 3D.

A façanha é alcançada pela sobreposição de várias lentes convexas, as quais apresentam uma imagem diferente aos olhos dependendo do ângulo de visão, segundo o Engadget. Cada objeto é fotografado por até oito câmeras diferentes, possibilitando a produção de vários ângulos de visão, e a pequena diferença existente entre cada uma delas na reprodução faz com que o cérebro reconstrua um objeto 3D, explica o Gizmodo.

A resolução máxima da tela também é impressionante. Em suas 3 polegadas de diagonal, é possível exibir uma imagem de até 1024X768 pixels. Para comparação, essa é a resolução utilizada por boa parte dos monitores de 15 ou 17 polegadas dos computadores. A proporção representa 550dpi nas contas realizadas pelo Übergizmo.

O produto deve chegar ao mercado em 2 anos, segundo a fabricante. Uma das utilizações já muito cogitadas é para a disponibilização de jogos 3D nos celulares, bem como para a efetuação de vídeo chamadas com maior nível de “realismo”.


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Software que não faz nada custa US$ 999

Software honesto: ele já avisa que não serve para nada / Reprodução

Software honesto: ele já avisa que não serve para nada
Aplicativo para iPhone sem nenhuma função é oferecido no iTunes por US$ 999. Apple não gostou da invenção.Um programador chamado Armin Heinrich criou um aplicativo para iPhones e iPods Touch que não possui nenhuma função e custa praticamente mil dólares.

O aplicativo é um papel de parede que exibe, no iPhone, a imagem de um rubi.

“O ícone vermelho para iPhones sempre lembrará você (e os outros para quem você mostrá-lo) que você pode pagar por isso”, escreveu Armin na descrição de seu software. Segundo o autor, o aplicativo é uma obra de arte. Armin admite que o widget não tem nenhuma função.

A idéia do desenvolvedor era provavelmente criar um símbolo de status. O nome do programa é “I am rich” e seu uso busca mostrar o poder de compra do usuário. Se uma pessoa pode pagar mil dólares por um software sem nenhuma utilidade, então é porque este usuário é realmente rico.

A Apple parece não ter gostado da idéia e tirou o programa da loja iTunes. Na página de Armin na web, ele diz que o aplicativo, no momento, “não está disponível no iTunes”.

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